Área de Epistemologia e Lógica

LÓGICA I – FIL 3001

O cálculo proposicional clássico: sintaxe, semântica, axiomatizações; teoremas de correção e completude; decidibilidade através de tabelas de verdade. Linguagens de primeira ordem. Estruturas e definição de verdade em estruturas. Validade e conseqüência lógica. Teorias formalizadas. Teoremas de correção, completude, compacidade. Outros tópicos em teoria da prova e teoria de modelos. Teorias em linguagens de segunda ordem. Noções de lógicas não-clássicas
Bibliografia básica:
1. FITTING, M. First-order logic and automated theorem proving. New York, Berlin: Springer Verlag, 1990.
2. GABBAY, D. & GUENTHNER, F. Handbook of philosophical logic. 4 vols. Dordrecht: D. Reidel, 1984-89.
3. GENESERETH, M.R. & NILSSON, N.J. Logical foundations of artificial intelligence. Palo Alto, Cal.: Morgan Kaufmann, 1988.
4. JEFFREY, R. Formal logic: its scope and limits. New York: McGraw-Hill, 1981.
5. KALISH, D. & MONTAGUE, R. Logic: techniques of formal reasoning. New York: Harcourt, Brace & World, Inc., 1964.
6. MATES, B. Lógica elementar. São Paulo: Editora Nacional e Editora da USP, 1967.
7. MENDELSON, E. Introduction to mathematical logic. 2nd. ed. New York: D. Van Nostrand, 1979.
8. SHOENFIELD, J. Mathematical logic. Reading, Mass.: Addison-Wesley, 1967.
9. SMULLYAN, R. M. First-order logic. Berlin, Heidelberg, New York: Springer Verlag, 1968.

TEORIA DO CONHECIMENTO I – FIL 3002

Análise dos problemas fundamentais da teoria do conhecimento, tomando como base seus desenvolvimentos a partir da filosofia moderna, como nas doutrinas do empirismo, do racionalismo e do idealismo transcendental. Os problemas da possibilidade do conhecimento, das fontes de conhecimento e dos limites do conhecimento humano. A perspectiva fundacionalista moderna, o surgimento do falibilismo com
os empiristas e a reforma do saber com o criticismo kantiano.
Bibliografia básica:
1. BERKELEY, G. A treatise Concerning the Principles of Human Knowledge, Indianapolis: Hackett, 1982.
2. BERKELEY, G. Three Dialogues between Hylas and Philonous. Indianapolis: Hackett, 1979.
3. DESCARTES, R. Méditations. Paris: Gallimard,1953.
4. DESCARTES, R. Discours de la Méthode. Paris: Gallimard,1953.
5. HUME, D. A Treatise of Human Nature, Oxford: Clarendon,1978.
6. HUME, D. An Enquiry Concerning Human Understanding, Oxford: Clarendon,1975.
7. KANT, I. Kritik der reinen Vernunft, Frankfurt: Suhrkamp,1974.
8. KANT, I. Prolegomena, Frankfurt: Suhrkamp,1974.
9. LEIBNIZ, G. W. Principes de la Philosophie ou Monadologie, Paris: P.U.F,1986.
10. LEIBNIZ, G. W. Nouveaux Essais sur l’Entendement Humain, Paris: Garnier-Flammarion, 1966.
11. LOCKE, J. An Essai Concerning Human Understanding, Oxford: Clarendon,1975.

TEORIA DO CONHECIMENTO II – FIL 3004
Análise dos problemas fundamentais da Teoria do Conhecimento com base no seu tratamento na filosofia contemporânea. Os problemas levantados em relação à concepção tradicional de conhecimento como crença verdadeira e justificada. As tentativas de solução com as tendências contemporâneas, tais como, epistemologia naturalizada, confiabilismo, etc. O ressurgimento do fundacionalismo.
Bibliografia básica:
1. ARMSTRONG, D. M.. Belief, truth and knowledge. Cambridge: Cambridge U. P., 1973.
2. BURNYEAT, M. (ed.) The skeptical tradition. Berkeley, Los Angeles: Univ. of California Press, 1983.
3. DRETSKE, F. Knowledge and the flow of information. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1981.
4. HARMAN, G. Thought. Princeton: Princeton U.P., 1973.
5. GOLDMAN, A. Epistemology and cognition. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1986.
6. KLEIN, P. Certainty: a confutation of scepticism. Minneapolis: Univ. of Minnesota Press, 1981.
7. KORNBLITH, H. (org.) Naturalizing epistemology. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1985.
8. PAPPAS, G. & SWAIN, M. (eds) Essays on knowledge and justification. Ithaca, N.Y.: Cornell U.P., 1979.
9. PUTNAM, H. Realism and reason. Cambridge: Cambridge U.P., 1983.
10. QUINE, W. V. O. Ontological relativity and other essays. New York: Columbia U.P., 1969.
11. RESCHER, N. Scepticism. Totowa, N.J.: Rowman and Littlefield, 1980.
12. SEXTO EMPÍRICO. Outlines of pyrrhonism. Cambridge, Mass., London: Harvard U.P., William Heinemann Ltd., 1976.
13. SHIMONY, A. & NAILS, D. (orgs.) Naturalistic epistemology. Boston Studies in the Philosophy of Science, vol. 100. Dordrecht: D. Reidel, 1987.
14. STROUD, B. The significance of philosophical scepticism. Oxford: Oxford Univ. Press, 1984.

TEORIA DO CONHECIMENTO III – FIL 3005
Controvérsias atuais sobre temas clássicos da Teoria do Conhecimento tais como: racionalidade, certeza, evidência, verdade, etc. Fundacionalismo, falibilismo, relativismo, epistemologia naturalizada, ceticismo, pragmatismo, positivismo, etc.
Bibliografia básica:
1. CARNAP, R. Pseudoproblems in philosophy. Berkeley, Los Angeles: Univ. of California Press, 1988.
2. CHISHOLM, R. Theory of knowledge. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall, 1977.
3. HOLLIS, M. & LUKES, S. (orgs.) Rationality and relativism. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1982.
4. PAPPAS, G. (org.) Justification and knowledge. Dordrecht: D. Reidel, 1979.
5. POPPER, K. R. Conjectures and refutations. London: Routledge and Kegan Paul, 1969.
6. POPPER, K. R. Objective knowledge. Oxford: Oxford U.P., 1972.
7. PUTNAM, H. Mind, language and reality. Philosophical paprs, vol. 2. Cambridge: Cambridge U.P., 1975.
8. PUTNAM, H. Reason, truth and history. Cambridge: Cambridge U.P., 1982.
9. QUINE, W. V. O. From a logical point of view. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1953.
10. QUINE, W. V. O. Ontological relativity and other essays. New York: Columbia U.P., 1969.
11. RORTY, R. Philosophy and the mirror of nature. Princeton: Princeton U.P., 1979.
12. RUSSELL, B. The analysis of mind. New York: Macmillan, 1921.
13. RUSSELL, B. The problems of philosophy. Oxford: Oxford U.P., 1980.
14. SELLARS, W. Science, perception and reality. London: Routledge and Kegan Paul, 1963.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA I – FIL 3003

Definições de ciência e método científico. Concepções de objetividade e experiência. Controvérsias sobre a racionalidade da evolução do conhecimento, sobre a aceitação e comparação de teorias, e sobre o realismo científico. Contrastes entre ciências humanas e ciências naturais.
Bibliografia básica:
1. BUNGE, M. Scientific research. 2 vols. Berlin: Springer Verlag, 1967.
2. FEYERABEND, P. Against method. 3rd ed. London: Verso, 1994. (orig. 1975)
3. KUHN, T. S. The structure of scientific revolutions. 2nd ed. Chicago: Univ. of Chicago Press, 1970.
4. LAKATOS, I. The methodology of scientific research programmes. Philosophical papers, vol. I. Cambridge: Cambridge U. P., 1978.
5. LAUDAN, L. Progress and its problems. Towards a theory of scientific growth. Berkeley: Univ. of California Press, 1977.
6. LEPLIN, J. (ed) Scientific realism. Berkeley: Univ. of California Press, 1984.
7. NAGEL, E. The structure of science. London: Routledge & Kegan Paul, 1979. (orig. 1961)
8. POPPER, K. R. The logic of scientific discovery. London, Melbourne: Hutchinson, 1980. (orig. 1959)
9. PUTNAM, H. The many faces of realism. La Salle, Ill.: Open Court, 1987.
10. VAN FRAASSEN, B. The scientific image. Oxford: Oxford U. P., 1980.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA II – FIL 3006
Razões em favor e contra a existência de uma metodologia científica geral. A distinção entre termos teóricos e termos observacionais. Diversas concepções sobre a relação da ciência com a verdade. Teorias sobre o progresso da ciência. Tipos de explicação em ciências naturais. O “giro pragmático” na filosofia da ciência.
Bibliografia básica:
1. BASHKAR, R. A realist theory of science. Sussex: The Harvester Press; New Jersey: Humanities Press, 1978.
2. BROWN, H. I. Observation and objectivity. Oxford: Oxford U.P., 1987.
3. CARTWRIGHT, N. How the laws of physics lie. Oxford: Clarendon Press, 1983.
4. HACKING, I. Representing and intervening. Introductory topics in the philosophy of natural science. Cambridge: Cambridge U.P., 1983.
5. HESSE, M. The structure of scientific inference. London: Macmillan, 1974.
6. NEWTON-SMITH, W. The rationality of science. London: Routledge, 1981.
7. PERA, M. The discourses of science. Chicago, London: The Univ. of Chicago Press, 1994.
8. POLANYI, M. Personal knowledge. Chicago: The Univ. of Chicago Press, 1958.
9. RESCHER, N. The limits of science. Berkeley: Univ. of California Press, 1984.
10. THAGARD, P. Computational philosophy of science. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1988.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA III – FIL 3007
Unidade ou pluralidade da metodologia em ciências humanas. Explicação e compreensão dos fenômenos humanos. A especificidade das teorias em ciências humanas. As dificuldades da previsão do comportamento humano. A influência dos valores na pesquisa social.
Bibliografia básica:
1. APEL, K.-O. Transformation der Philosophie. 2 vols. Frankfurt: Surhkamp, 1973.
2. BUNGE, M. Treatise on basic philosophy, vol. 7: Life science, social science and technology. Dordrecht: D. Reidel, 1985.
3. CUNNINGHAM, F. Objectivity in social science. Toronto, Buffalo: Univ. of Toronto Press, 1973.
4. GADAMER, H.-G. Wahrheit und Methode. 4. ed. Tübingen: Mohr, 1975.
5. GRANGER, G.-G. Pensée formelle et sciences de l’homme. Paris: Aubier-Montaigne, 1967.
6. HABERMAS, J. Theorie des kommunikataiven Handelns. 2 vols. Frankfurt: Suhrkamp, 1981.
7. HOOKWAY, C. & PETTIT, P. (eds.) Action and interpretation: studies in the philosophy of social sciences. Cambridge, London, New York: Cambridge U.P., 1978.
8. JARVIE, I. C. Thinking about society: theory and practice. Dordrecht, Boston, Lancaster: D. Reidel, 1986.
9. MACDONALD, G. Semantics and social science. London, Boston: Routledge and Kegan Paul, 1981.
10. RICOEUR, P. Le conflit des interprétations. Essais d’hermeneutique. Paris: Ed. du Seuil, 1969.
11. RUDNER, R. Philosophy of social science. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall, 1966.
12. WINCH, P. The idea of social science and its relation to philosophy. London: Routledge and Kegan Paul, 1970.
HISTÓRIA DA CIÊNCIA
Estudo seletivo e pormenorizado de algum aspecto ou momento chave na história das ciências naturais ou humanas e análise das questões conceituais inerentes a este tipo de estudo.
Bibliografia básica:
1. BURTTS, R. E. & HINTIKKA, J. (eds.) Historical and philosophical dimensions of logic, methodology and philosophy of science. Dordrecht: D. Reidel, 1977.
2. COHEN, I. B. The newtonian revolution. Cambridge: Cambridge U. P., 1980.
3. COHEN, I. B. The revolution in science. Cambridge, Mass., London: The Belkmnapp Press of Harvard U.P., 1985.
4. COHEN, I. B. & Wartofsky, M. (eds.) Methodological and historical essays in the natural and social sciences. Dordrecht: D. Reidel, 1985.
5. FINOCCHIARO, M. History of science as explanation. Detroit: Wayne State Univ. Press, 1973.
6. HULL, D. Darwin and his critics: the reception of Darwin’s theory of evolution by the scientific community. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1973.
7. KRAGH, H. An introduction to the historiography of science. Cambridge: Cambridge U.P., 1987.
8. LOSEE, J. Philosophy of science and historical enquiry. Oxford: Clarendon Press, 1987.
9. SHEA, W. Revolutions in science: their meaning and relevance. Canton, Mass.: Science History Publications, 1988.

História da Ciência – FIL 3008

Estudo seletivo e pormenorizado de algum aspecto ou momento-chave na história das ciências naturais ou humanas e análise das questões conceituais inerentes a este tipo de estudo.

TÓPICOS ESPECIAIS DE LÓGICA – FIL 3009
Estudo de questões lógicas específicas, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE TEORIA DO CONHECIMENTO – FIL 3101
Estudo de questões específicas de teoria do Conhecimento, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE TEORIA DO CONHECIMENTO II – FIL 3105
Estudo de questões específicas de teoria do Conhecimento, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA – FIL 3102
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA I – FIL 3104
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA II – FIL 3106
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

FILOSOFIA DA LINGUAGEM – FIL 3107
Análise dos principais tópicos de discussão filosófica na tradição analítica. Teorias do significado e teorias da referência. Concepções contemporâneas da linguagem. Linguagem e conhecimento. Especificidades das abordagens sintática, semântica e pragmática às questões sobre a linguagem humana..
Bibliografia básica:
1. AUSTIN, J. L. Sense and Sensibilia. Oxford: Oxford University Press, 1962.
2. AUSTIN, J. L. Philosophical Papers. Oxford: Clarendon Press, 1979 [1961].
3. AUSTIN, J. L. How to do Thinks with Words. Oxford: Oxford University Press, 1980 [1962].
4 CARNAP, R. Meaning and Necessity. Chicago e Londres: The University of Chicago Press, 1988 [1956].
5. DAVIDSON, D. Inquiries into Truth and Interpretation. Oxford: Clarendon Press, 1984.
6. KRIPKE, S. Meaning and Necessity. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1980.
7. PINKER, S. The Language Instinct. Nova York: Harper,1998.
8. PUTNAM, H. Mind, Language and Reality. Cambridge: Cambridge University Press, 1975.
9. QUINE, W. v. O. From a Logical Point of View. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1953.
10. QUINE, W. v. O. Word and Object. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1960.
11. QUINE, W. v. O. Ontological Relativity and Other Essays. New York: Columbia University Press, 1969.
12. QUINE, W. v. O. The Roots of Reference. La Salle, Ill.: Open Court, 1974.
13. QUINE, W. v. O. The Ways of Paradox and Other Essays. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 56-8, 1976.
14. QUINE, W. v. O. Theories and Things. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1981.
15. QUINE, W. v. O. Pursuit of Truth. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1990.
16. QUINE, W. v. O. From Stimulus to Science. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1995.
17. RUSSELL, B. An Inquiry into Meaning and Truth.. Londres: Routledge, 1995 [1950].
19. RUSSELL, B. The Philosophy of Logical Atomism. Chicago e La Salle, Ill.: Open Court, 1996 [1918].
19. SEARLE, J. R. Speech Acts. Cambridge: Cambridge University Press, 1969.
20. WITTGENSTEIN, L. Tractatus Logico-Philosophicus. Londres: Routledge, 1961 [1921].
21. WITTGENSTEIN, L. Philosophical Investigations. Oxford: Blackwell, 2001 [1953].

FILOSOFIA DA MENTE – FIL 3108 (disciplina comum à área de Ontologia)
O dualismo tradicional e a tradição mentalista. Oposições ao mentalismo tradicional, tais como as tradições materialista e behaviorista. O problema da intencionalidade em suas formulações clássica (de Brentano) e contemporâneas (como em Davidson e Dennett). Outras tendências na filosofia da mente contemporânea.
Bibliografia básica:
1. ARMSTRONG, D. M.. A Materialist Theory of the Mind. Londres: Routledge,1993.
2. BRANDON-MITCHELL, D. e JACKON, F. Philosophy of Mind and Cognition. Oxford: Blackewell, 1996.
3. BRATMAN, M. E. Faces of Intention. Cambridge: Cambridge University Press,1999.
5. CARRUTHERS, P. Philosophy of Mind. Londres: Routledge, 1986.
6. DAVIDSON, D. Essays on Actions and Events. Oxford: Oxford University Press, 1980
7. DENNETT, D. C. Braimstorms. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1978.
8. DENNETT, D. C. The Intentional Stance. Cambridge, Mass.: MIT Press,1987.
9. DENNETT, D. C. Consciousness Explained. Boston: Back Bay Books,1991.
10. DENNETT, D. C. Darwin’s Dangerous Idea. Evolution and the Meanings of Life. Nova York: Touchstone, 1995.
11. DENNETT, D. C. Kinds of Minds: Towards an Understanding of Consciousness. Nova York: Basic Books, 1996.
12. DRETSKE, F. Explaining Behavior. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1991.
13. DRETSKE, F. Naturalizing the Mind. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1997.
14. GARDNER, H. The Mind’s New Science. Nova York: Basic Books, 1987.
15. KIM, J. Philosophy of Mind. Boulder, Col.: Westview Press, 1996.
16. LYONS, W. Modern Philosphy of Mind. Londres: Everyman, 1996.
17. MCCULLOCK, G. The Mind and its World. Londres: Routledge, 1995.
18. PINKER, S. How the Mind Works. Nova York e Londres: Norton, 1997.
19. REY, G. Contemporary Philosophy of Mind. Oxford: Blackwell,1997.
20. RORTY, R. Philosophy and the Mirror of Nature. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1980.
21. RUSSELL, B. The Analysis of Mind. Londres: Routledge, 1997 [1921]..
22. RYLE, G. The Concept of Mind. Chicago: The University of Chicago Press,1984 [1949].
23. SEARLE, J. R. The Rediscovery of Mind. Cambirdge, Mass.: The MIT Press, 1992.
24. SEARLE, J. R. Mind, Language and Society. Londres: Orion Publishing Group Ltd., 1998.

FILOSOFIA DA BIOLOGIA – FIL 3111
Análise epistemológica dos modelos e objetivos explicativos, e dos conceitos e princípios metodológicos fundamentais que regem os diferentes domínios das ciências da vida. Alem da clássica temática do reducionismo serão discutidos tópicos como distinção entre explicações por causas próximas e explicações por causas remotas, a gramática dos conceitos de função e adaptação, a natureza das explicações funcionais e as selecionais, e a diferencia entre teorias transformacionais e teorias variacionais das mudanças evolutivas.
Bibliografia básica:
1. ALLEN, C., BEKOFF, M., LAUDER, G. (orgs.) Nature’s Purposes. The MIT Press: Cambridge, 1998.
2. AYALA, F. e DOBZHANSKY, T. (orgs.) Studies in the Philosophy of Biology. The Macmillam Press: London, 1974..
3. BRANDON, R. Concepts and Methods in Evolutionary Biology. Cambridge University
Press: Cambridge, 1996.
4. CANGUILHEM, G. Études d’Histoire et de Philosophie des Sciences. Vrin: Paris, 1983.
5. CREATH, R. e MAIENSCHEIN, J. (orgs.) Biology and Epistemology. Cambridge University Press: Cambridge, 2000.
6. DELSOL, M. Cause, Loi, Hasard en Biologie. Vrin: Paris, 1989.
7. DUCHESNEAU, F. Philosophie de la Biologie. P.U.F.: Paris, 1997.
8. GHISELIN, M. Metaphysics and the Origin of Species. SUNY Press: New York, 1997.
9. GOLDSTEIN, K. La Structure de l’organisme, 1951.
10. GOULD, S. The Structure of Evolutionary Biology. Harvard University Press: Cambridge, 2002.
11. HULL, D. Filosofia da Ciência Biológica. Rio de Janeiro: Zahar,1975.
12. HULL, D. & Ruse, M. (orgs.) The Philosophy of Biology. Oxford University Press: Oxford, 1998.
13. MAYR, E. Toward a new Philosophy of Biology. Harvard University Press: Cambridge, 1988.
14. ROSEMBERG, A. The Structure of Biological Science. Cambridge University Press: Cambridge, 1985.
15. RUSE, M. The Philosophy of Biology. Hutchinson & Co.: London, 1973.
16. SCHAFFNER, K. Discovery and Explanation in Biology and Medicine, 1993.
17. SOBER E. Reconstructing the Past. MIT Presss: Cambridge, 1988.
18. SOBER E. The Nature of Selection. University of Chicago Press: Chicago, 1993.
19. SOBER E. Conceptual Issues in Evolutionary Biology. The MIT Press: Cambridge, 1997.
20. STERELNY K. & GRIFFITHS P. Sex and Death: an introduction to the phylosophy of biology. University of Chicago Press: Chicago, 1999.

FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS HUMANAS – FIL 3112 (disciplina comum à área de Ontologia)
Análise e estrutura da explicação, da natureza da observação e possibilidade de objetividade nos diferentes domínios das ciências humanas, com destaque especial para as reflexões sobre a cientificidade das teorias nos domínios da história, da sociologia, da psicologia, da antropologia, etc. O problema da unidade das ciências
humanas com as ciências da natureza.
Bibliografia básica:
1. ANSCOMBE, G. Intention. Basil Blackwell Publishers: Oxford, 1957.
2. BORGER, R. e CIOFFI, F. (orgs.) Explanation in the Behavioral Sciences. Cambridge University Press: Cambridge, 1970.
3. BOURDIEU, P., CHAMBOREDON, J.,PASSERON, J. Le metier de sociologue. École Pratique de Hautes Études: Paris, 1973.
4. COLLINWOOD, R. The Idea of History. Oxford University Press: Oxford, 1946.
5. DANTO, A. Analytical Philosophy of History. Cambridge University Press: Cambridge, 1965.
6. DAVIDSON, D. Essays on Actions and Events. Oxford University Press: Oxford, 1980.
7. DENNETT, D. The Intentional Stance. MIT Press: Cambridge, 1987.
8. ELSTER, J. Ulysses and the Sirens. Cambridge University Press: Cambridge, 1984.
9. FAY, B. Contemporary Philosophy of Social Science. Oxford: Blackwell, 1996.
10. GARDINER, P. (org.) Theories of History. The Free Press: New York, 1959.
11. HAWTHORN, G. Plausible Worlds. Cambridge University Press: Cambridge, 1991.
12. HOLLIS, M. The Philosophy of the Social Science. Camdrige: Cambridge University Press, 1996.
13. MANNINEM, J. e TOUMELA, R. (orgs.) Essays on Explanation and Understanding. Reidel Publishing Company: Dordrecht, 1976.
14. MARTIN, M. & MCINTYRE, L. Readings in the Philosophy of the Social Science. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 2001.
15. RYAN, A. (org.) The Philosophy of Social Explanation. Oxford University Press: Oxford, 1973.
16. RYAN, A. (org.). Filosofia das Ciências Sociais. F. Alves: Rio de Janeiro, 1977.
17. SEARLE, J. The Construction of Social Reality. Simon & Schuster: New York, 1995..
18. SIMON, H. The Sciences of the Artificial. MIT Press: Cambridge, 1996.
19. WINCH, P. Understanding a primitive society. Basil Blackwell: Oxford, 1987.
20. WRIGHT, G. Explanation and Understanding. Cornell University Press: Cornell, 1971.

HISTÓRIA DA BIOLOGIA – FIL 3115
Estudo epistemológico da constituição dos diferentes domínios das ciências da vida e da evolução conceitual das suas principais teorias, com ênfase no surgimento da Biologia Evolucionaria e da Fisiologia Experimental no século XIX. No que tange ao primeiro tópico serão analisadas as teses de Buffon, Lamarck, Cuvier, Geoffroy Saint-Hilaire, Humboldt e Darwin. No que tange ao segundo serão analisados os programas propostos por X. Bichat a C. Bernard para o desenvolvimento da fisiologia.
Bibliografia básica:
1. APPEL, T. The Cuvier-Geoffroy Debate. Oxford University Press: Oxford, 1987.
2. BALAN, B. L’ordre et le temps: l’anatomie comparée et l’histoire des vivants au XIX siécle. Vrin: Paris.
3. BARTHÉLEMY-MADAULE, M.. Lamarck ou le mythe du précurseur. Seuil: Paris, 1979.
4. CANGUILHEM, G. Études d’Histoire et de Philosophie des Sciences. Vrin: Paris, 1983.
5. CIMINO, G. & DUCHESNEAU, F. (orgs.) Vitalisms: from Haller to Cell Theory. Olschki: Firenze, 1997.
6. COLEMAN, W. Georges Cuvier: Zoologist. Harvard University Press: Cambridge, 1964.
7. DAGONET, F. Méthodes et Doctrine dans l’oeuvre de Pasteur. PUF: Paris, 1967.
8. DAUDIN, H. Cuvier et Lamarck: las classes zoologiques et l’idée de série animale. F. Alcan: Paris, 1927.
9. DEPEW, D. e WEBER, B. Darwinism Evolving. The MIT Press: Cambridge, 1995.
10. GAYON, J. Darwin et L’après Darwin. Kimé: Paris, 1992.
11. GENDRON, P. Claude Bernard, rationalité d’une méthode. Vrin: Paris, 1992.
12. GOODFIELD, J. The growth of scientific physiology. Hutchinson: London, 1960.
13. GOULD, S. Ontogeny and Philogeny. Harvard University Press: Cambridge, 1977.
14. GRMEK, M. Claude Bernard et la méthode expérimentale. Droz: Geneve, 1973.
15. HOLMES, F. L. Claude Bernard and Animal Chemistry. The Emergence of a Scientist. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1974.
16. JACOB, F.. La Logique du Vivant: une histoire de l’hérédité. Gallimard: Paris, 1970.
17. LE GUYADER, H.. Geoffroy Saint-Hilaire. Belin: Paris, 1998.
18. LENOIR, T. The Strategy of Life. The University of Chicago Press: Chicago, 1982.
19. LIMOGES, C. La sélection naturelle. PUF: Paris, 1970.
20. MAYR, E.. O Desenvolvimento do Pensamento Biológico. UnB editora: Brasilia, 1998.
21. MICHEL, J. (org.). La Necessité de Claude Bernard. Meridiens-Klincksieck: Paris, 1991.
22. PICHOT, A. Histoire de la notion de vie. Gallimard: Paris, 1993.
23. PICHOT, A.. Histoire de la notion de Gène. Flammarion: Paris, 1999.
24. RUSE, M. The Darwinian Revolution. The University of Chicago Press: Chicago, 1979.
25. RUSSELL, E. Form and Function: a contribution to the History of Animal Morphology. Murray: London, 1916.

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA PSICOLOGIA I- FIL 3114 (disciplina comum à área de Ontologia)
Concepções da psicologia como ciência empírica e como ramo das humanidades. Desenvolvimentos históricos do Behaviorismo, Cognitivismo, Intencionalismo e outros programas de pesquisa em psicologia, como Funcionalismo e Estruturalismo. Psicanálise, Gestalt, Psicologia Humanística, etc.
Bibliografia básica:
1. BAUM, W. M. Understanding Behaviorism: Science, Behavior and Culture. Hova York: Harper Collins, 1994.
2. CARNAP. R. The Logical Structure of the World. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1969.
3. CARNAP. R. The Unity of Science. Bristol: Thoemmes Press, 1995 [1934].
4. FODOR, J. A. Psycological Explanation. Nova York: Random House, 1968.
5. FODOR, J. A. The Language of Thought. Nova York: Crowell, 1975.
6. FODOR, J. A. Representations: Philosophical Essays on the Foundations of Cognitive Science. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1981.
7. GIERE, R. N. (org.). Cognitive Models of Science. Minnessota Studies in the Philosophy of Science. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1992.
8. HEARNSHAW, L. S. The Shaping of Modern Psychology. An Historical Introduction. Londres: Routledge, 1989.
9. HERRNSTEIN, R. The Matching Law. Papers in Psychology and Economics. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1997.
10. LACEY, H. M. Psicologia Experimental e Natureza Humana. Florianópolis: Nel-Ufsc, 2001.
11. RACHLIN, H. Behavior and Mind. The Roots of Modern Psychology. Nova York e Oxford: Oxford University Press, 1994.
12. SCHWARTZ, B., e LACEY, H. M. Behaviorism, Science, and Human Nature. Nova York: Norton, 1982.
13. SKINNER, B. F. Science and Human Behavior. New York: MacMillan, 1953.
14. SKINNER, B. F. Verbal Behavior. New York: Appleton-Century-Crofts, 1957.
15. SKINNER, B. F. Contingencies of Reinforcement: A Theoretical Analysis. New Jersey: Prentice-Hall, 1969.
16. SKINNER, B. F. Beyond Freedom and Dignity. Nova York: Knopf, 1971.
17. SKINNER, B. F. About Behaviorism. London: Jonathan Cape, 1974.
18. SMITH, L. D. Behaviorism and Logical Positivism. Stanford, Cal.: Stanford University Press, 1986.
19. STADDON, J. R. Behaviorism: Mind, Mechanism and Society. London: Duckworth, 1993.
20. STAGNER, R.A History of Psychological Theories. Nova York: Macmillan, 1988.
21. WATSON, J. B. Behaviorism. New York: Norton, 1970 [ 1930].

FILOSOFIA DA TECNOLOGIA – FIL 3118
Técnica e tecnologia como formas de saber. Relação da ciência com a tecnologia. A tecnociência. Dados, leis e teorias tecnológicas. As explicações tecnológicas. Diversas abordagens filosóficas do saber tecnológico: analítica, fenomenológica, crítica.

METAFÍSICA – FIL 3156 (disciplina comum à área de Ontologia)
Análise das problemáticas recorrentes nos diversos sistemas ontológicos, com ênfase naquelas discussões que vinculam a determinação da essência dos entes à busca do fundamento teológico da determinação (ou objetividade) em geral.
Bibliografia:
AGOSTINHO. Princeps. Edição preparada pelos Beneditinos. – Paris: 1979.
ARISTÓTELES. The works of Aristotle / W. D. Ross, editor. – Oxford: Oxford University Press, 1953-.
_____. Organon I; Catégories, De L’Interprétation. Paris, Vrin, 1997.
_____. Organon IV; Les secondes Analytiques. Paris, Vrin, 1995.
_____.. Organon V; Les Topiques. Paris, Vrin, 1997.
_____.. Metafísica de Aristóteles. Ed.Yebra, Valentín García 2 ed.revisada, Madrid, Gredos, 1982.
ARNIM, Hans F. A. von. Stoicorvm vetervm fragmenta / collegit Ioannes ab Arnim.- Stvtgardiae: B. G. Tevbneri, 1978-79.
AQUINO, Tomás. Summa Contra Gentiles, Ed. Leon., Roma, Tomo 13 e 14
_____. Summa Theologicae, Ed. Leon., Roma, Tomo 11, 12
_____. De veritate, Ed. Leon., Roma, Tomos 22-1, 22- 2 e 22- 3
_____. Verdade e Conhecimento, Trad. de Luiz Jean lauand e Mario Sproviero. – São Paulo: Martins Fontes, 1999
_____. Tomás de. Comentário ao livro das Causas. CUA Press.
_____; Comentário ao Tratado da Trindade de Boécio. UNESP.
_____; A unidade do intelecto contra os averroistas. Ed. 70
DIELS, Hermann e KRANZ, Walther: Die Fragmente der Vorsokratiker, 3 vol. 7 ed., Weidmannsche Verlagsbunchhandlung, Berlin-Neuköln,1954.
PLATON. Oeuvres complètes, textes et traductions, 14 tomes. Paris : Les Belles-Lettres, 1920-64 (Collection des Universités de France).

ONTOLOGIA E FENOMENOLOGIA – FIL 3157 (disciplina comum à área de Ontologia)
Filosofia crítica, método transcendental, os limites do discurso metafísico, fenomenologia transcendental e a ontologia nos limites da reflexão transcendental.
Bibliografia:
DESCARTES, René. Ouvre philosophiques de Descartes. Par Ferdinand Alquié. – Paris: Garnier, 1998.
HEIDEGGER, M. Sein und Zeit, Max N iemeyer Verlag, Tübingen, 1986.
_____. Kant und das Problem der Metaphysik, Gesamtausgabe, Band 3, Ed. V. Klostermann, Frankfurt am Main, 1991.
_____. Die Grundbegriffe der Metaphysik – Welt – Endlichkeit – Einsamkeit, Gesamtausgabe, Band 29/30, V. Klostermann, Frankfurt am Main, 1983.
_____. Ontologie (Hermeneutik der Faktizität), Gesamtausgabe, Band 63, V. Klostermann, Frankfurt am Main, 1988.
HUSSERL, E. Die Idee der Phänomenologie. – Haag: M. Nijhoff, Husserliana, Bd. II, 1973.
_____. Ideen zu Einer Reinen Phänomenologie und Phänomenologischer Philosophie. Erstes Buch. – Haag: M. Nijhoff, 195 (Husserliana – Bd. III).
_____. Ideen zu Einer Reinen Phänomenologie und Phänomenologischer Philosophie. Zweites Buch. – Haag: M. Nijhoff, 1952 (Husserliana – Bd. IV).
_____. Ideen zu Einer Reiner Phänomenologie und Phänomenologischer Philosophie. Drittes Buch. – Haag: M. Nijhoff, 1971 (Husserliana – Bd. V).
_____. Erste Philosophie. – Haag: Martinius Nijhoff, 1956, (Husserliana, Bd. VII).
KANT, Imannuel. Prolegomena zu einer jeden künftigen Metaphusik die als Wissenschaft wird auftreten können. – Riga: Johann Hartknoch, 1783.
_____. Kritik der Reinen Vernunft, 2ª. ed. 1787 (Trad. bras.. da 2ª ed.: Crítica da razão pura, de Valério Rodhen, in Kant (I) – São Paulo, Abril Cultural, 1978, Col. Os Pensadores).

TÓPICOS ESPECIAIS EM EPISTEMOLOGIA: Seminário I – FIL 3137

TÓPICOS ESPECIAIS EM EPISTEMOLOGIA: Seminário II – FIL3138

TÓPICOS ESPECIAIS DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA I – FIL 3160

TÓPICOS ESPECIAIS DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA II – FIL 3161

TÓPICOS ESPECIAIS DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA III – FIL 3162