Área de Epistemologia

LÓGICA

O cálculo proposicional clássico: sintaxe, semântica, axiomatizações; teoremas de correção e completude; decidibilidade através de tabelas de verdade. Linguagens de primeira ordem. Estruturas e definição de verdade em estruturas. Validade e conseqüência lógica. Teorias formalizadas. Teoremas de correção, completude, compacidade. Outros tópicos em teoria da prova e teoria de modelos. Teorias em linguagens de segunda ordem. Noções de lógicas não-clássicas
Bibliografia básica:
1. FITTING, M. First-order logic and automated theorem proving. New York, Berlin: Springer Verlag, 1990.
2. GABBAY, D. & GUENTHNER, F. Handbook of philosophical logic. 4 vols. Dordrecht: D. Reidel, 1984-89.
3. GENESERETH, M.R. & NILSSON, N.J. Logical foundations of artificial intelligence. Palo Alto, Cal.: Morgan Kaufmann, 1988.
4. JEFFREY, R. Formal logic: its scope and limits. New York: McGraw-Hill, 1981.
5. KALISH, D. & MONTAGUE, R. Logic: techniques of formal reasoning. New York: Harcourt, Brace & World, Inc., 1964.
6. MATES, B. Lógica elementar. São Paulo: Editora Nacional e Editora da USP, 1967.
7. MENDELSON, E. Introduction to mathematical logic. 2nd. ed. New York: D. Van Nostrand, 1979.
8. SHOENFIELD, J. Mathematical logic. Reading, Mass.: Addison-Wesley, 1967.
9. SMULLYAN, R. M. First-order logic. Berlin, Heidelberg, New York: Springer Verlag, 1968.

TEORIA DO CONHECIMENTO I

Análise dos problemas fundamentais da teoria do conhecimento, tomando como base seus desenvolvimentos a partir da filosofia moderna, como nas doutrinas do empirismo, do racionalismo e do idealismo transcendental. Os problemas da possibilidade do conhecimento, das fontes de conhecimento e dos limites do conhecimento humano. A perspectiva fundacionalista moderna, o surgimento do falibilismo com
os empiristas e a reforma do saber com o criticismo kantiano.
Bibliografia básica:
1. BERKELEY, G. A treatise Concerning the Principles of Human Knowledge, Indianapolis: Hackett, 1982.
2. BERKELEY, G. Three Dialogues between Hylas and Philonous. Indianapolis: Hackett, 1979.
3. DESCARTES, R. Méditations. Paris: Gallimard,1953.
4. DESCARTES, R. Discours de la Méthode. Paris: Gallimard,1953.
5. HUME, D. A Treatise of Human Nature, Oxford: Clarendon,1978.
6. HUME, D. An Enquiry Concerning Human Understanding, Oxford: Clarendon,1975.
7. KANT, I. Kritik der reinen Vernunft, Frankfurt: Suhrkamp,1974.
8. KANT, I. Prolegomena, Frankfurt: Suhrkamp,1974.
9. LEIBNIZ, G. W. Principes de la Philosophie ou Monadologie, Paris: P.U.F,1986.
10. LEIBNIZ, G. W. Nouveaux Essais sur l’Entendement Humain, Paris: Garnier-Flammarion, 1966.
11. LOCKE, J. An Essai Concerning Human Understanding, Oxford: Clarendon,1975.

TEORIA DO CONHECIMENTO II
Análise dos problemas fundamentais da Teoria do Conhecimento com base no seu tratamento na filosofia contemporânea. Os problemas levantados em relação à concepção tradicional de conhecimento como crença verdadeira e justificada. As tentativas de solução com as tendências contemporâneas, tais como, epistemologia naturalizada, confiabilismo, etc. O ressurgimento do fundacionalismo.
Bibliografia básica:
1. ARMSTRONG, D. M.. Belief, truth and knowledge. Cambridge: Cambridge U. P., 1973.
2. BURNYEAT, M. (ed.) The skeptical tradition. Berkeley, Los Angeles: Univ. of California Press, 1983.
3. DRETSKE, F. Knowledge and the flow of information. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1981.
4. HARMAN, G. Thought. Princeton: Princeton U.P., 1973.
5. GOLDMAN, A. Epistemology and cognition. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1986.
6. KLEIN, P. Certainty: a confutation of scepticism. Minneapolis: Univ. of Minnesota Press, 1981.
7. KORNBLITH, H. (org.) Naturalizing epistemology. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1985.
8. PAPPAS, G. & SWAIN, M. (eds) Essays on knowledge and justification. Ithaca, N.Y.: Cornell U.P., 1979.
9. PUTNAM, H. Realism and reason. Cambridge: Cambridge U.P., 1983.
10. QUINE, W. V. O. Ontological relativity and other essays. New York: Columbia U.P., 1969.
11. RESCHER, N. Scepticism. Totowa, N.J.: Rowman and Littlefield, 1980.
12. SEXTO EMPÍRICO. Outlines of pyrrhonism. Cambridge, Mass., London: Harvard U.P., William Heinemann Ltd., 1976.
13. SHIMONY, A. & NAILS, D. (orgs.) Naturalistic epistemology. Boston Studies in the Philosophy of Science, vol. 100. Dordrecht: D. Reidel, 1987.
14. STROUD, B. The significance of philosophical scepticism. Oxford: Oxford Univ. Press, 1984.

TEORIA DO CONHECIMENTO III
Controvérsias atuais sobre temas clássicos da Teoria do Conhecimento tais como: racionalidade, certeza, evidência, verdade, etc. Fundacionalismo, falibilismo, relativismo, epistemologia naturalizada, ceticismo, pragmatismo, positivismo, etc.
Bibliografia básica:
1. CARNAP, R. Pseudoproblems in philosophy. Berkeley, Los Angeles: Univ. of California Press, 1988.
2. CHISHOLM, R. Theory of knowledge. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall, 1977.
3. HOLLIS, M. & LUKES, S. (orgs.) Rationality and relativism. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1982.
4. PAPPAS, G. (org.) Justification and knowledge. Dordrecht: D. Reidel, 1979.
5. POPPER, K. R. Conjectures and refutations. London: Routledge and Kegan Paul, 1969.
6. POPPER, K. R. Objective knowledge. Oxford: Oxford U.P., 1972.
7. PUTNAM, H. Mind, language and reality. Philosophical paprs, vol. 2. Cambridge: Cambridge U.P., 1975.
8. PUTNAM, H. Reason, truth and history. Cambridge: Cambridge U.P., 1982.
9. QUINE, W. V. O. From a logical point of view. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1953.
10. QUINE, W. V. O. Ontological relativity and other essays. New York: Columbia U.P., 1969.
11. RORTY, R. Philosophy and the mirror of nature. Princeton: Princeton U.P., 1979.
12. RUSSELL, B. The analysis of mind. New York: Macmillan, 1921.
13. RUSSELL, B. The problems of philosophy. Oxford: Oxford U.P., 1980.
14. SELLARS, W. Science, perception and reality. London: Routledge and Kegan Paul, 1963.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA I

Definições de ciência e método científico. Concepções de objetividade e experiência. Controvérsias sobre a racionalidade da evolução do conhecimento, sobre a aceitação e comparação de teorias, e sobre o realismo científico. Contrastes entre ciências humanas e ciências naturais.
Bibliografia básica:
1. BUNGE, M. Scientific research. 2 vols. Berlin: Springer Verlag, 1967.
2. FEYERABEND, P. Against method. 3rd ed. London: Verso, 1994. (orig. 1975)
3. KUHN, T. S. The structure of scientific revolutions. 2nd ed. Chicago: Univ. of Chicago Press, 1970.
4. LAKATOS, I. The methodology of scientific research programmes. Philosophical papers, vol. I. Cambridge: Cambridge U. P., 1978.
5. LAUDAN, L. Progress and its problems. Towards a theory of scientific growth. Berkeley: Univ. of California Press, 1977.
6. LEPLIN, J. (ed) Scientific realism. Berkeley: Univ. of California Press, 1984.
7. NAGEL, E. The structure of science. London: Routledge & Kegan Paul, 1979. (orig. 1961)
8. POPPER, K. R. The logic of scientific discovery. London, Melbourne: Hutchinson, 1980. (orig. 1959)
9. PUTNAM, H. The many faces of realism. La Salle, Ill.: Open Court, 1987.
10. VAN FRAASSEN, B. The scientific image. Oxford: Oxford U. P., 1980.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA II
Razões em favor e contra a existência de uma metodologia científica geral. A distinção entre termos teóricos e termos observacionais. Diversas concepções sobre a relação da ciência com a verdade. Teorias sobre o progresso da ciência. Tipos de explicação em ciências naturais. O “giro pragmático” na filosofia da ciência.
Bibliografia básica:
1. BASHKAR, R. A realist theory of science. Sussex: The Harvester Press; New Jersey: Humanities Press, 1978.
2. BROWN, H. I. Observation and objectivity. Oxford: Oxford U.P., 1987.
3. CARTWRIGHT, N. How the laws of physics lie. Oxford: Clarendon Press, 1983.
4. HACKING, I. Representing and intervening. Introductory topics in the philosophy of natural science. Cambridge: Cambridge U.P., 1983.
5. HESSE, M. The structure of scientific inference. London: Macmillan, 1974.
6. NEWTON-SMITH, W. The rationality of science. London: Routledge, 1981.
7. PERA, M. The discourses of science. Chicago, London: The Univ. of Chicago Press, 1994.
8. POLANYI, M. Personal knowledge. Chicago: The Univ. of Chicago Press, 1958.
9. RESCHER, N. The limits of science. Berkeley: Univ. of California Press, 1984.
10. THAGARD, P. Computational philosophy of science. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1988.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA III
Unidade ou pluralidade da metodologia em ciências humanas. Explicação e compreensão dos fenômenos humanos. A especificidade das teorias em ciências humanas. As dificuldades da previsão do comportamento humano. A influência dos valores na pesquisa social.
Bibliografia básica:
1. APEL, K.-O. Transformation der Philosophie. 2 vols. Frankfurt: Surhkamp, 1973.
2. BUNGE, M. Treatise on basic philosophy, vol. 7: Life science, social science and technology. Dordrecht: D. Reidel, 1985.
3. CUNNINGHAM, F. Objectivity in social science. Toronto, Buffalo: Univ. of Toronto Press, 1973.
4. GADAMER, H.-G. Wahrheit und Methode. 4. ed. Tübingen: Mohr, 1975.
5. GRANGER, G.-G. Pensée formelle et sciences de l’homme. Paris: Aubier-Montaigne, 1967.
6. HABERMAS, J. Theorie des kommunikataiven Handelns. 2 vols. Frankfurt: Suhrkamp, 1981.
7. HOOKWAY, C. & PETTIT, P. (eds.) Action and interpretation: studies in the philosophy of social sciences. Cambridge, London, New York: Cambridge U.P., 1978.
8. JARVIE, I. C. Thinking about society: theory and practice. Dordrecht, Boston, Lancaster: D. Reidel, 1986.
9. MACDONALD, G. Semantics and social science. London, Boston: Routledge and Kegan Paul, 1981.
10. RICOEUR, P. Le conflit des interprétations. Essais d’hermeneutique. Paris: Ed. du Seuil, 1969.
11. RUDNER, R. Philosophy of social science. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall, 1966.
12. WINCH, P. The idea of social science and its relation to philosophy. London: Routledge and Kegan Paul, 1970.
HISTÓRIA DA CIÊNCIA
Estudo seletivo e pormenorizado de algum aspecto ou momento chave na história das ciências naturais ou humanas e análise das questões conceituais inerentes a este tipo de estudo.
Bibliografia básica:
1. BURTTS, R. E. & HINTIKKA, J. (eds.) Historical and philosophical dimensions of logic, methodology and philosophy of science. Dordrecht: D. Reidel, 1977.
2. COHEN, I. B. The newtonian revolution. Cambridge: Cambridge U. P., 1980.
3. COHEN, I. B. The revolution in science. Cambridge, Mass., London: The Belkmnapp Press of Harvard U.P., 1985.
4. COHEN, I. B. & Wartofsky, M. (eds.) Methodological and historical essays in the natural and social sciences. Dordrecht: D. Reidel, 1985.
5. FINOCCHIARO, M. History of science as explanation. Detroit: Wayne State Univ. Press, 1973.
6. HULL, D. Darwin and his critics: the reception of Darwin’s theory of evolution by the scientific community. Cambridge, Mass.: Harvard U.P., 1973.
7. KRAGH, H. An introduction to the historiography of science. Cambridge: Cambridge U.P., 1987.
8. LOSEE, J. Philosophy of science and historical enquiry. Oxford: Clarendon Press, 1987.
9. SHEA, W. Revolutions in science: their meaning and relevance. Canton, Mass.: Science History Publications, 1988.
TÓPICOS ESPECIAIS DE LÓGICA
Estudo de questões lógicas específicas, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE TEORIA DO CONHECIMENTO
Estudo de questões específicas de teoria do Conhecimento, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE TEORIA DO CONHECIMENTO II
Estudo de questões específicas de teoria do Conhecimento, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA I
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

TÓPICOS ESPECIAIS DE FILOSOFIA DA CIÊNCIA II
Estudo de questões específicas de Filosofia da Ciência, de acordo com bibliografia ad hoc.

FILOSOFIA DA LINGUAGEM
Análise dos principais tópicos de discussão filosófica na tradição analítica. Teorias do significado e teorias da referência. Concepções contemporâneas da linguagem. Linguagem e conhecimento. Especificidades das abordagens sintática, semântica e pragmática às questões sobre a linguagem humana..
Bibliografia básica:
1. AUSTIN, J. L. Sense and Sensibilia. Oxford: Oxford University Press, 1962.
2. AUSTIN, J. L. Philosophical Papers. Oxford: Clarendon Press, 1979 [1961].
3. AUSTIN, J. L. How to do Thinks with Words. Oxford: Oxford University Press, 1980 [1962].
4 CARNAP, R. Meaning and Necessity. Chicago e Londres: The University of Chicago Press, 1988 [1956].
5. DAVIDSON, D. Inquiries into Truth and Interpretation. Oxford: Clarendon Press, 1984.
6. KRIPKE, S. Meaning and Necessity. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1980.
7. PINKER, S. The Language Instinct. Nova York: Harper,1998.
8. PUTNAM, H. Mind, Language and Reality. Cambridge: Cambridge University Press, 1975.
9. QUINE, W. v. O. From a Logical Point of View. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1953.
10. QUINE, W. v. O. Word and Object. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1960.
11. QUINE, W. v. O. Ontological Relativity and Other Essays. New York: Columbia University Press, 1969.
12. QUINE, W. v. O. The Roots of Reference. La Salle, Ill.: Open Court, 1974.
13. QUINE, W. v. O. The Ways of Paradox and Other Essays. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 56-8, 1976.
14. QUINE, W. v. O. Theories and Things. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1981.
15. QUINE, W. v. O. Pursuit of Truth. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1990.
16. QUINE, W. v. O. From Stimulus to Science. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1995.
17. RUSSELL, B. An Inquiry into Meaning and Truth.. Londres: Routledge, 1995 [1950].
19. RUSSELL, B. The Philosophy of Logical Atomism. Chicago e La Salle, Ill.: Open Court, 1996 [1918].
19. SEARLE, J. R. Speech Acts. Cambridge: Cambridge University Press, 1969.
20. WITTGENSTEIN, L. Tractatus Logico-Philosophicus. Londres: Routledge, 1961 [1921].
21. WITTGENSTEIN, L. Philosophical Investigations. Oxford: Blackwell, 2001 [1953].

FILOSOFIA DA MENTE
O dualismo tradicional e a tradição mentalista. Oposições ao mentalismo tradicional, tais como as tradições materialista e behaviorista. O problema da intencionalidade em suas formulações clássica (de Brentano) e contemporâneas (como em Davidson e Dennett). Outras tendências na filosofia da mente contemporânea.
Bibliografia básica:
1. ARMSTRONG, D. M.. A Materialist Theory of the Mind. Londres: Routledge,1993.
2. BRANDON-MITCHELL, D. e JACKON, F. Philosophy of Mind and Cognition. Oxford: Blackewell, 1996.
3. BRATMAN, M. E. Faces of Intention. Cambridge: Cambridge University Press,1999.
5. CARRUTHERS, P. Philosophy of Mind. Londres: Routledge, 1986.
6. DAVIDSON, D. Essays on Actions and Events. Oxford: Oxford University Press, 1980
7. DENNETT, D. C. Braimstorms. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1978.
8. DENNETT, D. C. The Intentional Stance. Cambridge, Mass.: MIT Press,1987.
9. DENNETT, D. C. Consciousness Explained. Boston: Back Bay Books,1991.
10. DENNETT, D. C. Darwin’s Dangerous Idea. Evolution and the Meanings of Life. Nova York: Touchstone, 1995.
11. DENNETT, D. C. Kinds of Minds: Towards an Understanding of Consciousness. Nova York: Basic Books, 1996.
12. DRETSKE, F. Explaining Behavior. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1991.
13. DRETSKE, F. Naturalizing the Mind. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 1997.
14. GARDNER, H. The Mind’s New Science. Nova York: Basic Books, 1987.
15. KIM, J. Philosophy of Mind. Boulder, Col.: Westview Press, 1996.
16. LYONS, W. Modern Philosphy of Mind. Londres: Everyman, 1996.
17. MCCULLOCK, G. The Mind and its World. Londres: Routledge, 1995.
18. PINKER, S. How the Mind Works. Nova York e Londres: Norton, 1997.
19. REY, G. Contemporary Philosophy of Mind. Oxford: Blackwell,1997.
20. RORTY, R. Philosophy and the Mirror of Nature. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1980.
21. RUSSELL, B. The Analysis of Mind. Londres: Routledge, 1997 [1921]..
22. RYLE, G. The Concept of Mind. Chicago: The University of Chicago Press,1984 [1949].
23. SEARLE, J. R. The Rediscovery of Mind. Cambirdge, Mass.: The MIT Press, 1992.
24. SEARLE, J. R. Mind, Language and Society. Londres: Orion Publishing Group Ltd., 1998.

FILOSOFIA DA BIOLOGIA
Análise epistemológica dos modelos e objetivos explicativos, e dos conceitos e princípios metodológicos fundamentais que regem os diferentes domínios das ciências da vida. Alem da clássica temática do reducionismo serão discutidos tópicos como distinção entre explicações por causas próximas e explicações por causas remotas, a gramática dos conceitos de função e adaptação, a natureza das explicações funcionais e as selecionais, e a diferencia entre teorias transformacionais e teorias variacionais das mudanças evolutivas.
Bibliografia básica:
1. ALLEN, C., BEKOFF, M., LAUDER, G. (orgs.) Nature’s Purposes. The MIT Press: Cambridge, 1998.
2. AYALA, F. e DOBZHANSKY, T. (orgs.) Studies in the Philosophy of Biology. The Macmillam Press: London, 1974..
3. BRANDON, R. Concepts and Methods in Evolutionary Biology. Cambridge University
Press: Cambridge, 1996.
4. CANGUILHEM, G. Études d’Histoire et de Philosophie des Sciences. Vrin: Paris, 1983.
5. CREATH, R. e MAIENSCHEIN, J. (orgs.) Biology and Epistemology. Cambridge University Press: Cambridge, 2000.
6. DELSOL, M. Cause, Loi, Hasard en Biologie. Vrin: Paris, 1989.
7. DUCHESNEAU, F. Philosophie de la Biologie. P.U.F.: Paris, 1997.
8. GHISELIN, M. Metaphysics and the Origin of Species. SUNY Press: New York, 1997.
9. GOLDSTEIN, K. La Structure de l’organisme, 1951.
10. GOULD, S. The Structure of Evolutionary Biology. Harvard University Press: Cambridge, 2002.
11. HULL, D. Filosofia da Ciência Biológica. Rio de Janeiro: Zahar,1975.
12. HULL, D. & Ruse, M. (orgs.) The Philosophy of Biology. Oxford University Press: Oxford, 1998.
13. MAYR, E. Toward a new Philosophy of Biology. Harvard University Press: Cambridge, 1988.
14. ROSEMBERG, A. The Structure of Biological Science. Cambridge University Press: Cambridge, 1985.
15. RUSE, M. The Philosophy of Biology. Hutchinson & Co.: London, 1973.
16. SCHAFFNER, K. Discovery and Explanation in Biology and Medicine, 1993.
17. SOBER E. Reconstructing the Past. MIT Presss: Cambridge, 1988.
18. SOBER E. The Nature of Selection. University of Chicago Press: Chicago, 1993.
19. SOBER E. Conceptual Issues in Evolutionary Biology. The MIT Press: Cambridge, 1997.
20. STERELNY K. & GRIFFITHS P. Sex and Death: an introduction to the phylosophy of biology. University of Chicago Press: Chicago, 1999.

FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS HUMANAS
Análise e estrutura da explicação, da natureza da observação e possibilidade de objetividade nos diferentes domínios das ciências humanas, com destaque especial para as reflexões sobre a cientificidade das teorias nos domínios da história, da sociologia, da psicologia, da antropologia, etc. O problema da unidade das ciências
humanas com as ciências da natureza.
Bibliografia básica:
1. ANSCOMBE, G. Intention. Basil Blackwell Publishers: Oxford, 1957.
2. BORGER, R. e CIOFFI, F. (orgs.) Explanation in the Behavioral Sciences. Cambridge University Press: Cambridge, 1970.
3. BOURDIEU, P., CHAMBOREDON, J.,PASSERON, J. Le metier de sociologue. École Pratique de Hautes Études: Paris, 1973.
4. COLLINWOOD, R. The Idea of History. Oxford University Press: Oxford, 1946.
5. DANTO, A. Analytical Philosophy of History. Cambridge University Press: Cambridge, 1965.
6. DAVIDSON, D. Essays on Actions and Events. Oxford University Press: Oxford, 1980.
7. DENNETT, D. The Intentional Stance. MIT Press: Cambridge, 1987.
8. ELSTER, J. Ulysses and the Sirens. Cambridge University Press: Cambridge, 1984.
9. FAY, B. Contemporary Philosophy of Social Science. Oxford: Blackwell, 1996.
10. GARDINER, P. (org.) Theories of History. The Free Press: New York, 1959.
11. HAWTHORN, G. Plausible Worlds. Cambridge University Press: Cambridge, 1991.
12. HOLLIS, M. The Philosophy of the Social Science. Camdrige: Cambridge University Press, 1996.
13. MANNINEM, J. e TOUMELA, R. (orgs.) Essays on Explanation and Understanding. Reidel Publishing Company: Dordrecht, 1976.
14. MARTIN, M. & MCINTYRE, L. Readings in the Philosophy of the Social Science. Cambridge, Mass.: The MIT Press, 2001.
15. RYAN, A. (org.) The Philosophy of Social Explanation. Oxford University Press: Oxford, 1973.
16. RYAN, A. (org.). Filosofia das Ciências Sociais. F. Alves: Rio de Janeiro, 1977.
17. SEARLE, J. The Construction of Social Reality. Simon & Schuster: New York, 1995..
18. SIMON, H. The Sciences of the Artificial. MIT Press: Cambridge, 1996.
19. WINCH, P. Understanding a primitive society. Basil Blackwell: Oxford, 1987.
20. WRIGHT, G. Explanation and Understanding. Cornell University Press: Cornell, 1971.

HISTÓRIA DA BIOLOGIA
Estudo epistemológico da constituição dos diferentes domínios das ciências da vida e da evolução conceitual das suas principais teorias, com ênfase no surgimento da Biologia Evolucionaria e da Fisiologia Experimental no século XIX. No que tange ao primeiro tópico serão analisadas as teses de Buffon, Lamarck, Cuvier, Geoffroy Saint-Hilaire, Humboldt e Darwin. No que tange ao segundo serão analisados os programas propostos por X. Bichat a C. Bernard para o desenvolvimento da fisiologia.
Bibliografia básica:
1. APPEL, T. The Cuvier-Geoffroy Debate. Oxford University Press: Oxford, 1987.
2. BALAN, B. L’ordre et le temps: l’anatomie comparée et l’histoire des vivants au XIX siécle. Vrin: Paris.
3. BARTHÉLEMY-MADAULE, M.. Lamarck ou le mythe du précurseur. Seuil: Paris, 1979.
4. CANGUILHEM, G. Études d’Histoire et de Philosophie des Sciences. Vrin: Paris, 1983.
5. CIMINO, G. & DUCHESNEAU, F. (orgs.) Vitalisms: from Haller to Cell Theory. Olschki: Firenze, 1997.
6. COLEMAN, W. Georges Cuvier: Zoologist. Harvard University Press: Cambridge, 1964.
7. DAGONET, F. Méthodes et Doctrine dans l’oeuvre de Pasteur. PUF: Paris, 1967.
8. DAUDIN, H. Cuvier et Lamarck: las classes zoologiques et l’idée de série animale. F. Alcan: Paris, 1927.
9. DEPEW, D. e WEBER, B. Darwinism Evolving. The MIT Press: Cambridge, 1995.
10. GAYON, J. Darwin et L’après Darwin. Kimé: Paris, 1992.
11. GENDRON, P. Claude Bernard, rationalité d’une méthode. Vrin: Paris, 1992.
12. GOODFIELD, J. The growth of scientific physiology. Hutchinson: London, 1960.
13. GOULD, S. Ontogeny and Philogeny. Harvard University Press: Cambridge, 1977.
14. GRMEK, M. Claude Bernard et la méthode expérimentale. Droz: Geneve, 1973.
15. HOLMES, F. L. Claude Bernard and Animal Chemistry. The Emergence of a Scientist. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1974.
16. JACOB, F.. La Logique du Vivant: une histoire de l’hérédité. Gallimard: Paris, 1970.
17. LE GUYADER, H.. Geoffroy Saint-Hilaire. Belin: Paris, 1998.
18. LENOIR, T. The Strategy of Life. The University of Chicago Press: Chicago, 1982.
19. LIMOGES, C. La sélection naturelle. PUF: Paris, 1970.
20. MAYR, E.. O Desenvolvimento do Pensamento Biológico. UnB editora: Brasilia, 1998.
21. MICHEL, J. (org.). La Necessité de Claude Bernard. Meridiens-Klincksieck: Paris, 1991.
22. PICHOT, A. Histoire de la notion de vie. Gallimard: Paris, 1993.
23. PICHOT, A.. Histoire de la notion de Gène. Flammarion: Paris, 1999.
24. RUSE, M. The Darwinian Revolution. The University of Chicago Press: Chicago, 1979.
25. RUSSELL, E. Form and Function: a contribution to the History of Animal Morphology. Murray: London, 1916.

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA PSICOLOGIA
Concepções da psicologia como ciência empírica e como ramo das humanidades. Desenvolvimentos históricos do Behaviorismo, Cognitivismo, Intencionalismo e outros programas de pesquisa em psicologia, como Funcionalismo e Estruturalismo. Psicanálise, Gestalt, Psicologia Humanística, etc.
Bibliografia básica:
1. BAUM, W. M. Understanding Behaviorism: Science, Behavior and Culture. Hova York: Harper Collins, 1994.
2. CARNAP. R. The Logical Structure of the World. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1969.
3. CARNAP. R. The Unity of Science. Bristol: Thoemmes Press, 1995 [1934].
4. FODOR, J. A. Psycological Explanation. Nova York: Random House, 1968.
5. FODOR, J. A. The Language of Thought. Nova York: Crowell, 1975.
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FILOSOFIA DA TECNOLOGIA
Técnica e tecnologia como formas de saber. Relação da ciência com a tecnologia. A tecnociência. Dados, leis e teorias tecnológicas. As explicações tecnológicas. Diversas abordagens filosóficas do saber tecnológico: analítica, fenomenológica, crítica.